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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

GREVE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RJ.

Lamentável a situação em que nós advogados e a população do Estado do Rio de Janeiro chegaram com a decisão da greve dos serventuários. Agora com a decisão da Justiça esperamos que alguma providência seja tomada. Enquanto isso estamos de braços cruzados, pois cada cartório está tendo seu método de trabalho, seu jeito próprio de tramitar os processos nas suas serventias.

Abaixo as medidas tomadas pela OAB/RJ diante da greve:

"A pedido da OAB/RJ, Justiça dá liminar que obriga serventuários a manter 50% do pessoal trabalhandoDa redação da Tribuna do Advogado13/11/2008 - No fim da tarde desta quinta-feira, o juiz Guilherme Diefenhthaeler, da 15ª Vara Federal, concedeu liminar solicitada pela OAB/RJ e determinou que os serventuários da Justiça, em greve há quase dois meses, mantenham pelo menos 50% do pessoal trabalhando para garantir atendimento das demandas urgentes. Caso a decisão não seja cumprida, o SindJustiça terá que pagar multa de R$ 10 mil por dia.
Apesar do compromisso assumido com a Seccional da OAB, os dirigentes do SindJustiça não puseram ontem em votação, na assembléia da categoria, a proposta de que os serventuários atendessem os mandados de pagamento - uma das questões urgentes que, com a greve, foram afetadas.
A OAB/RJ reconhece a procedência da reivindicação salarial dos serventuários, mas não compactua com o corporativismo que marcou o movimento e que fez com que a greve - de um instrumento legítimo de luta dos trabalhadores - se transformasse num autêntico pesadelo para centenas de milhares de pessoas que precisam do Judiciário para resolver problemas urgentes.
Se é verdade que o governador Sérgio Cabral e a Assembléia Legislativa têm responsabilidade direta pelo impasse, a insensibilidade e a intransigência dos serventuários transformou seu movimento em uma greve que, na prática, é contra a população.
Assim, depois de inúmeras tentativas de mediar um acordo, à OAB/RJ só restou a alternativa de recorrer à Justiça, em defesa dos legítimos interesses da população e dos advogados.
Esperamos, agora, com a decisão do judiciário, uma rápida normalização dos serviços."

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